Escrito por Grupo Ease
Escolher um sistema para shopping não envolve apenas avaliar as funcionalidades que ele oferece. É preciso considerar como essa tecnologia irá atender às necessidades da operação. Entender os impactos que o sistema terá na rotina do empreendimento é fundamental para escolher uma solução que não apenas resolva às demandas atuais, mas que acompanhe a evolução da gestão.
Neste artigo, iremos abordar dois modelos que se destacam no mercado: o sistema em nuvem e o sistema instalado localmente. Você irá entender as principais diferenças e quais fatores devem ser considerados na escolha da opção ideal para o shopping.
Antes de entender o que é um sistema para shopping em nuvem, vale esclarecer o seu conceito de hospedagem. De forma simples, a nuvem é uma estrutura de servidores conectados à internet que permite armazenar dados e executar sistemas sem que essa infraestrutura precise estar fisicamente dentro da empresa. Ou seja, ele não precisa ser instalado e mantido no servidor local. O funcionamento acontece por meio de uma infraestrutura conectado à internet, utilizando suas credenciais e as permissões definidas para cada perfil.
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Nem todo sistema que funciona na nuvem é, necessariamente, nativo em nuvem. Um sistema nativo em nuvem é desenvolvido desde sua concepção para operar nesse ambiente, utilizando uma arquitetura pensada para recursos como escalabilidade, disponibilidade, atualizações e integração. Essa diferença é importante porque simplesmente hospedar um sistema tradicional em um servidor de nuvem não transforma sua arquitetura original.
É aquele instalado nos servidores e computadores da própria empresa. Nesse modelo, o sistema e os dados ficam armazenados em uma infraestrutura que pertence ao shopping ou à empresa responsável por sua gestão de tecnologia.
Na prática, isso significa que o shopping precisa ter uma estrutura própria para manter o sistema funcionando. São necessários servidores, espaço físico adequado, conexão de rede, armazenamento e outros recursos de infraestrutura, além dos processos necessários para manter esse ambiente disponível.
O acesso ao sistema também está relacionado a essa estrutura. Os usuários precisam estar conectados à rede local do shopping. Para acessar o sistema de fora do shopping, como em uma viagem de trabalho, por exemplo, é necessário contar com uma configuração que permita o acesso remoto.
Em um sistema local, a empresa normalmente precisa considerar aspectos como:
Isso não significa que todos esses processos sejam necessariamente executados pela equipe do shopping. Parte deles pode ser terceirizada. A diferença está no fato de que a infraestrutura local precisa ser instalada, administrada e mantida para que o sistema continue disponível.
A principal diferença entre os dois modelos está na forma como a infraestrutura é disponibilizada e administrada. Isso gera impactos no acesso, nas atualizações, na manutenção e na capacidade de expansão da solução.

A comparação mostra que a escolha não deve ser feita apenas pela tecnologia utilizada. É preciso entender como cada modelo impacta a gestão e os custos ao longo do tempo.
A decisão entre os dois modelos deve ir além das necessidades e o momento atual do shopping, mas também sua capacidade de crescer e acompanhar novas demandas.
Alguns critérios merecem atenção especial como:
A forma de acessar o sistema é uma das diferenças mais perceptíveis entre os modelos em nuvem e local. Em um sistema para shopping em nuvem, o acesso é feito pela internet. Com as credenciais e permissões necessárias, o usuário pode utilizar o sistema de diferentes locais, como no próprio shopping, em casa ou durante uma viagem de trabalho. Isso permite que gestores e equipes consultem informações e acompanhem a operação mesmo quando não estão fisicamente no empreendimento.
No sistema local, o acesso está ligado à infraestrutura em que o sistema foi instalado. Dentro do shopping, os usuários normalmente acessam a solução por meio da rede local. Para utilizá-la fora do empreendimento, é necessário configurar uma forma de acesso remoto à infraestrutura da empresa, como uma conexão segura à rede.
À medida que um shopping cresce, também podem aumentar a quantidade de informações armazenadas, o número de usuários, os acessos ao sistema e a necessidade de integrar diferentes processos. Por isso, a capacidade de acompanhar esse crescimento deve fazer parte da escolha de um sistema para shopping.
Em um sistema local, o crescimento da operação pode exigir investimentos e adequações na infraestrutura que mantém a solução funcionando. Se a estrutura existente não tiver capacidade para suportar um aumento no volume de dados ou de usuários, pode ser necessário ampliar servidores, armazenamento, processamento e outros recursos.
Em um sistema para shopping em nuvem, a infraestrutura é dimensionada para acompanhar as necessidades da aplicação. Conforme a operação cresce, os recursos do ambiente podem ser ampliados sem que o shopping precise manter e expandir uma estrutura própria de servidores.
Comparar apenas o valor da licença ou mensalidade pode levar a uma conclusão equivocada sobre qual solução realmente custa menos.
No sistema local, além do próprio sistema, é preciso considerar despesas relacionadas à infraestrutura, como servidores, equipamentos, manutenção, atualização, backup, segurança e profissionais ou fornecedores responsáveis por esses recursos.
No sistema em nuvem, parte desses custos relacionados à infraestrutura deixa de depender de uma estrutura física própria. Ainda existem custos de contratação, implantação, suporte e utilização da solução, mas a composição do investimento é diferente.
Por isso, a comparação deve considerar o custo total de propriedade, ou seja, todos os gastos necessários para manter a solução funcionando ao longo do tempo.
Essa análise permite comparar não apenas quanto custa contratar um sistema, mas quanto custa manter toda a estrutura necessária para utilizá-lo.

Para shoppings que buscam crescer, integrar informações e ter mais flexibilidade no acesso aos dados, o modelo em nuvem tende a oferecer vantagens importantes. Isso acontece porque a infraestrutura deixa de ser uma barreira para aspectos como acesso remoto, expansão da operação e evolução da solução. Também é importante verificar como o sistema foi desenvolvido, como funciona sua segurança, de que maneira são realizadas as atualizações, quais integrações estão disponíveis e se a solução foi construída para atender às particularidades da gestão de shopping centers.
O E.net, do Grupo EASE, é um sistema de gestão para shopping centers nativo em nuvem, desenvolvido para centralizar e integrar diferentes processos da operação. A solução reúne módulos para áreas como contratos, financeiro, contabilidade, contas a pagar, fiscal e suprimentos, além de se integrar a outras soluções do ecossistema Grupo EASE.
Assim, mais do que escolher onde o sistema está hospedado, o shopping precisa avaliar se a tecnologia escolhida oferece uma estrutura capaz de acompanhar sua gestão hoje e seu crescimento amanhã.
FAQ
Perguntas frequentes sobre sistema para shopping
A seguir reunimos as principais dúvidas que podem ajudar na escolha entre sistema em nuvem e local.
O que é um sistema para shopping em nuvem?
É uma ferramenta hospedada em uma infraestrutura conectada a internet que dispensa a necessidade de armazenamento físico.
Qual a diferença entre sistema em nuvem e sistema local?
A principal diferença está na infraestrutura que sustenta o sistema. Enquanto uma solução em nuvem utiliza uma infraestrutura acessada pela internet, o sistema local depende de servidores e recursos físicos instalados no local de utilização.
Um sistema em nuvem é mais seguro que um sistema local?
Não é possível afirmar que um modelo é automaticamente mais seguro que o outro. A segurança depende da infraestrutura utilizada, dos controles de acesso, políticas de proteção de dados, backups, monitoramento e demais recursos adotados pelo fornecedor e pela empresa.
O que significa um sistema para shopping ser nativo em nuvem?
Significa que o sistema foi desenvolvido desde sua concepção para operar em um ambiente de nuvem. Isso é diferente de simplesmente instalar ou adaptar um sistema tradicional para ser hospedado em um servidor de nuvem.
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